Estou sentada à beira do Douro desfrutando de uma das experiências que mais gosto na vida: viajar sozinha.
Olhando para a ponte D. Luís me lembro que já escrevi aqui sobre o sentimento de conexão que pontes me trazem.
Esse passeio pelo Porto é apenas um break que estou dando à minha querida amiga Erica que está me recebendo com todo amor aqui na terrinha. Queria que meu pai e minha mãe estivessem aqui também para desfrutar desse momento incrível.
Falando em mãe, há anos não escrevo aqui no blog mas, desde que ela me perguntou sobre criptomoedas há umas duas semanas, eu já tinha decidido que esse seria o tema de um post. Não sabia, contudo, que criptomoedas populariam muitas outras conversas recentes e inesperadas e me trariam, assim como as pontes, o sentimento de conexão.
De igual, sigo me apaixonando pelas pontes que passo, por representarem obstáculo e oportunidade ao mesmo tempo e pela nossa capacidade de atravessá-las 'no matter what'.
De novo, a conexão à que elas sempre me remeteram, tem tomado cada vez novas formas, muitas delas que não sei explicar. Tipo as criptomoedas. Entendo? Médio. Confio? Ainda não. Posso testar? Claro!
E assim vamos, testando o que dá para testar e descobrindo nossos limites.
Como minha mãe que, ao mesmo tempo que está interessada em como as Bitcoins são mineradas 24h/dia, acha que o neto "passa muito tempo no celular".
Olhando para a ponte D. Luís me lembro que já escrevi aqui sobre o sentimento de conexão que pontes me trazem.
Esse passeio pelo Porto é apenas um break que estou dando à minha querida amiga Erica que está me recebendo com todo amor aqui na terrinha. Queria que meu pai e minha mãe estivessem aqui também para desfrutar desse momento incrível.
Falando em mãe, há anos não escrevo aqui no blog mas, desde que ela me perguntou sobre criptomoedas há umas duas semanas, eu já tinha decidido que esse seria o tema de um post. Não sabia, contudo, que criptomoedas populariam muitas outras conversas recentes e inesperadas e me trariam, assim como as pontes, o sentimento de conexão.
De igual, sigo me apaixonando pelas pontes que passo, por representarem obstáculo e oportunidade ao mesmo tempo e pela nossa capacidade de atravessá-las 'no matter what'.
De novo, a conexão à que elas sempre me remeteram, tem tomado cada vez novas formas, muitas delas que não sei explicar. Tipo as criptomoedas. Entendo? Médio. Confio? Ainda não. Posso testar? Claro!
E assim vamos, testando o que dá para testar e descobrindo nossos limites.
Como minha mãe que, ao mesmo tempo que está interessada em como as Bitcoins são mineradas 24h/dia, acha que o neto "passa muito tempo no celular".
Estamos em 2019, o italiano do meu lado acha que eu bebo muito porque estou na segunda taça de Rosé. O prédio do meu restaurante é datado de 1731 e está em pé, minha mãe nasceu num mundo sem telefone em casa e hoje fala de criptomoedas comigo. Nada faz muito sentido. Mas pontes são pontes desde sempre, basta a gente querer atravessá-las.
Um brinde às conexões que fazem a vida valer a pena e à coragem de chegar ao outro lado. Sempre!